As minhas ideias!

Setembro 30, 2008

Coisas Saudáveis

Arquivado em: Saúde — Stanley @ 10:40 pm
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O que devíamos fazer para ter uma vida 100% saudável e sem doenças? Muitas, muitas, mas mesmo muitas coisas. Mas vou tentar dar alguns exemplos:

Nem sequer me vou referir ao fumar e ao beber exageradamente, isso já devia ser um dado adquirido para alguém que goste de si próprio.

Primeiro tratar bem do nosso coração, quando estiverem irritados e nervosos parem um bocadinho para ver como é que ele fica, será que o nosso motor merece ser tratado assim? Vamos lá ter calma … Depois tratem melhor quem vos rodeia, vão ver que o retorno vai ser fantástico, se não for fiquem orgulhosos porque foram melhor que eles. E distribuam beijinhos, abraços e sorrisos.

Segundo praticar exercício físico, há tantas opções, não gosta de coisas monótonas? Faça aeróbica, power jump, hidroginástica. Gosta de coisas mais paradas? Faça pilates ou yoga. Gosta de não sair do mesmo sítio e ver Tv ou ouvir rádio? Faça passadeira a correr ou a andar. Queria ter mais músculo? Que tal o Body Pump? Mas por favor mexa-se. E se não quiser gastar dinheiro no ginásio caminhe, pela sua rua.

Terceiro a nossa alimentação. O que andamos a comer? Já pensaram que o nosso corpo reage àquilo que comemos? E que a comida é o nosso combustível? Embora não signique que comer muito nos faça ir mais longe, neste campo interessa mais a qualidade. Bem, nos carros também é assim, cada carro tem o seu tipo de alimentação experimentem a colocar gasóleo num carro a gasolina, é melhor não experimentarem, imaginem só … Primeiro podíamos começar por durante uma semana apontarmos num bloco tudo o que comemos (mesmo tudo), e depois analisar a listagem e tirar conclusões. Estamos a beber muita água ( este conselho é dos tais olha para o que digo não para o que faço, não consigo meter uma garrafa de água à boca, sem a minima sede, e lá vai disto), mas tem que ser, como é que o nosso corpo pode eliminar as toxinas?  Então o que estamos a comer? Muita gordura? Muita batata frita? Ou por outro lado bastante salada (temperada com especiarias em vez de imenso sal)? Os estufados são algo bastante saudável e com bom sabor porque pode ser feito com tomate e especiarias, é melhor que assados ou grelhados que têm mais tendência a esturricar. Depois, claro, há os cozidos o problema é que o peixe mesmo bom está muito caro, então compra-se daquele congelado e tenta-se fazer da melhor forma. Uma ideia para este tipo de peixe é faze-lo a vapor, fica muito mais saboroso. O truque é comer um bocadinho de tudo.

No fim o que prevalece é o equilíbrio, como tudo na vida.

Setembro 29, 2008

Saídas só com Homens

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 10:23 pm
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O título parece uma maluquice … mas não é nada de especial. Mas digam lá o que vos veio à cabeça … não é nada disso!

Passo a explicar, devido às circunstâncias tem acontecido ir a algumas saídas só com homens, sendo eu a única mulher mais uma vez devido ás circunstâncias … e verdade seja dita nunca senti qualquer constrangimento ou mal estar… aliás a maior parte dos momentos, se não todos até me esqueço que sou a única mulher. Também porque os homens devem ter evoluído um bocadinho e hoje em dia não falam só sobre futebol e “gajas” (também não era bonito estarem a falar de gajas comigo ali), mas falam sobre culinária (alguns até são bons cozinheiros ou esforçam-se para isso), vinhos, sociedade, politica (não percebo muito mas também é bom para aprender alguma coisa), restaurantes, contam coisas de antigamente, fazem apostas e dizem uma larachas (que é bom para descontraír).

Bem, vou ser sincera, eu até gosto de ser convidada para estas saídas, o divertimento normalmente é garantido e assim fico a conhecer os dois mundos … o das mulheres e o dos homens. Que são bastante distintos.

É uma parvoíce esta separação que se faz os homens não podem ser amigos das mulheres e vice-versa, é uma ideia parva, mas a verdade é que se um homem for visto com uma mulher vai-se imaginar tudo menos que sejam amigos. E ás vezes a maior parvoíce ainda, são os intervenientes desse convivío deixarem a “coisa” evoluir para algo mais do que uma grande e boa amizade, desta vão-se arrepender para o resto das suas vidas. E não dá para voltar atrás, infelizmente. Apesar deste meu último comentário não ia achar graça nenhuma se a pessoa com quem estou começasse a arranjar amigas … ainda há algumas coisas que a sociedade nos influencia e não há volta a dar, mesmo que se queira ser muito “open mind”.

De qualquer forma deixo uma dica:

- Mulheres aprendam e tenham um convívio saudável com os homens (não falem tanto, para ouvir é preciso estar calado)

-E homens (especialmente os solteiros) façam como diz a música dos Abba “take a chance on”

Setembro 25, 2008

Condução

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 10:09 pm
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Aqui está uma actividade para a qual não tenho jeito nenhum. Para além do receio de ter um acidente e magoar as pessoas que vêm comigo, ainda há o pormenor da condução das outras pessoas, e se não conseguir reagir a uma asneira dos outros?

É mais uma ideia da sociedade dos dias de hoje, qualquer mulher tem que saber conduzir (e mesmo quer não saiba tem que conduzir na mesma), se quer ser independente e moderna. Se o homem não conduz, e até tiver dinheiro para ter carro mas prefere andar de táxi, é um bocado maricas.

Depois podiam ter tornado as coisas simples mas para que é tanto pedal, tanta mudança (para mim 4 já são um exagero, mas agora já existem 6), vá lá não se terem lembrado de mais uns quantos volantes (um para cada mão) e mais alavancas das mudanças. Para mim o carro ideal seria pequeno e com mudanças automáticas, eu sei já estão a dizer - mas isso já existe, o problema é que é caro. Aliás ter carro é um péssimo investimento aliás nem é investimento nenhum (a não ser no sentido de nos permitir ter uma carreira e fazermos coisas de que de outra forma seria impossível), o combustível é caro, a manutenção é cara, no dia seguinte ao termos adquirido o carro este já vale muito menos. 

Mas eu concordo que é algo que nos facilita muito a vida, mesmo muito.

Eu gostava tanto de conseguir conduzir … eu acho que a culpa foi do meu instrutor (afinal a culpa tem que ser de alguém), eu detestava o homem uma vez estive para sair do carro e deixá-lo a falar sozinho. Parvo, parvo, parvo.

Andar para a frente até se anda bem, vai-se acelerando, vai-se metendo mudanças ao som do motor, mas o que é pior, o que é? Claro … as malditas manobras, e roda para um lado e roda para o outro o volante e o carro não entra no local que queremos … que frustação … não sei como alguém pode gostar disto … alguns até dizem – é tão bom estacionar ao pé de um pilar ….grhhhhgrhhhh

Ah! E o que eu me lembrei agora? Aqueles homens que adoram os seus carros mais do que a sua própria familia? E quando sabem que a mulher vai conduzir é um tormento, porque só eles é que o sabem fazer da melhor forma e se estragam o seu grande amor? Isso é que deve ser mesmo muito horrível, não sei porque é uma realidade que desconheço.

Tenho que me dedicar mesmo à condução, porque qualquer dia vou sofrer bastante por não conduzir.

Tenham atenção – “Stanley pode andar na estrada …”

Falar da vida dos outros!

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 9:03 pm
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É um desporto muito tipíco dos portugueses. Para além de falar de doenças, medicamentos e futebol, mas estes assuntos ficam para outros posts. Mas se chegarmos ao pé de alguém e perguntarmos do que é que costuma falar de certeza que nunca vai referir o facto de falar da vida dos outros.

Porque será que não se fala mais da nossa própria vida, será que não tem nada de interessante, para falar? Por vezes até é bom que exista uma TV, pelo menos evita certo e determinado tipo de conversas. Eu acho que é inevitável falarmos dos que nos rodeiam, afinal vivemos em sociedade e como é lógico as ideias divergem, mas neste caso estamos a falar sobre algo que somos intervenientes não estamos a falar de que o outro fez isto ou aquilo, o outro não se casa, a outra ainda é solteira, aquela rapazinho é tão jeitoso e não se casa. E depois existem os elementos alvo, coitados, parece que se está sempre a falar sobre eles, nunca fazem nada que preste.

E se começassemos a falar sobre as coisas boas que nos aconteceram (em vez de dizer o meu trabalho é uma seca), as coisas lindas que os nossos filhos aprenderam e fizeram de novo, falar dos nossos planos para o futuro, perguntar a quem está connosco o que gostava que fizessemos melhor (averiguar se continua feliz connosco sem medo da resposta, para não vivermos na ignorância), dizer a quem está connosco que gostamos muito deles, como estão com boa aparência, falar sobre o que nos faz felizes e como podemos fazer os outros felizes, … ou seja espalhar bem-estar à nossa volta … o nosso mal estar é contagioso mas o bem estar também é.

O que interessa que a vida dos outros lhes esteja a correr mal, traz-nos algum tipo de felicidade? Então para quê perder tempo a falar nisso? Só se for para aprendermos com os erros dos outros, mas vamos antes aprender com o sucesso. A pessoa x tem tão boa aparência um ar tão feliz, vamos pensar também quero parecer e ser assim.

Já que tem mesmo que se falar da vida dos outros, ao menos que se fale bem!

Setembro 21, 2008

Mamma Mia

Arquivado em: Cinema — Stanley @ 9:36 pm

É verdade, a vida devia ser um musical … devia ser um bocado complicado de repente começarmos todos a cantar, mas era giro estávamos aborrecidos com alguém mas mesmo assim cantávamos … muito mais agradável que dar uns berros. mas menos eficaz talvez. E depois havia uns que cantariam bem outros nem tanto, mas já é assim quando falam, umas pessoas falam muito melhor do que outras.

O que é interessante é como passado tantos anos ainda estão bem presentes todas aquelas músicas, e em algumas ainda se consegue trautear as letras, realmente a música devia ter muito mais qualidade (também a quantidade era menor), de qualquer forma não deixa de ser impressionante. Mas é assim há pessoas que conseguem mesmo fazer coisas que ficam durante muitos, muitos anos. Ainda hoje me pediram para comprar um livro com mais de 200 anos, quer dizer o livro é novinho em folha a história é que não. Decididamente não somos todos iguais …

Relativamente ao filme tem bons actores, uns cantam melhor que os outros e uns são mais bonitos que outros. A Meryl Streep será sempre uma grande actriz faça o que fizer, e saiu-se muito bem a cantar. O Pierce Brosnan é um galã, mesmo muito galã … tem muito charme, sim senhor. O Colin Firth é que não deve ser muito dado a cantorias … mas é sempre uma presença simpática. A história não é nada de especial mas tem coisas inesperadas, claro que não me refiro ao facto de de repente desatarem a cantar afinal é um musical, mas a certas factos que foram acontecendo.

De resto é muito bom ir ao cinema, apesar de estar bastante caro, mas é sempre um bom programa, ainda mais numa tarde de domingo cheia de chuva e trovoada. E se for com uma boa companhia é um programa super bom e bem disposto, especialmente se formos reparando nas expressões que o desenrolar da história vai provocando na nossa companhia …

E que os filmes nos vão fazendo sonhar, pensar, divertir, descontrair, etc…

Estar Doente

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 9:46 am
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Quando estamos doentes e não nos conseguimos levantar da cama e fazer as nossas coisas de forma normal e sem sacrificio, é que nos lembramos dos momentos da nossa vida em que estivemos bem de saúde e não aproveitámos esse facto de forma plena e até estragámos mais um bocadinho a nossa saúde.

Será que é preciso enervarmo-nos tanto porque estamos atrasados (desde que não seja em exagero), ou porque está trânsito, ou porque as coisas não estão tão arrumadas como gostamos, ou se planeámos fazer uma refeição para amigos e a coisa não correu bem, ou porque o nosso companheiro/a não teve a atitude mais correcta (a nosso ver), ou o nosso filho não se portou bem, etc? … Se calhar não …

Mas verdade seja dita depois de nos recompormos, parece que renascemos e que nos apetece fazer tudo e mais alguma coisa, se calhar precisamos destes maus momentos para darmos novo valor à vida.

Setembro 17, 2008

Tomar Decisões

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 9:43 pm
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Passamos a nossa vida inteira a tomar decisões umas mais simples outras mais complicadas, umas podem só afectar a nossa vida por umas horas ou por um dia, outras podem afectar o resto da nossa vida.

As decisões mais simples que tomamos, por vezes sem repararmos que estamos a tomar uma decisão, são: o que vestir num determinado dia (baseado no facto do que vamos fazer), o que vamos comer (alguns decidem ser vegetarianos, não comer carne, etc.), qual o caminho que vamos fazer até chegar ao nosso destino (pode afectar o facto de chegarmos a horas ou não), o corte de cabelo, etc. Outras decisões mais complicadas são: que curso vamos seguir, que profissão vamos ter, com quem vamos casar, não vamos casar, vamos ter filhos ou não, que nome dar ao nosso filho (vai afectar a vida dele), comprar casa, comprar carro, etc.

Para se tomar uma decisão um bom método consiste em fazer uma lista de pós e contras e verificar para que lado tomba a balança (esperemos que não fique equilibrada). Nem sempre é assim tão fácil, porque como se sabe tudo na vida tem o seu lado bom e o seu lado mau. Mas temos mesmo que decidir, podemos tentar adiar a decisão mas vai haver um momento em que não há mais fuga possível.

Depois há decisões que nos fazem andar para frente (ou pensamos que sim), outras podem significar uma paragem ou uma quebra, outras podem significar um recomeço, uma coisa é certa qualquer decisão que tomemos vai ter consequências (boas ou más) que nos vão afectar e possivelmente a quem nos rodeia.

O que não pode acontecer é deixarmos que outros decidam por nós, só porque não queremos ter a responsabilidade das consequências da nossa decisão. Uma das grandes funções dos gestores é decidir (e saber faze-lo para obter os melhores resultados), somos os gestores da nossa vida que é uma grande Empresa, afinal estamos a falar do nosso Mundo.

“Quem não decide, é conduzido por quem o faz!”

Setembro 15, 2008

Estar Só

Arquivado em: Reflexões — Stanley @ 9:01 pm
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Não sei como há pessoas que dizem que gostam de estar sozinhas, viver sozinhas, ter a sua casa sozinhas, etc. Eu nunca gostei nem quando era mais jovem, preferia ir estudar para um sítio que não era o ideal a estar só. Às vezes por uns bocadinhos (curtinhos) até sabe bem, agora muitas vezes? Faz-me confusão aqueles casais que se casam e vivem sempre separados não sei quantos Kms um do outro, concordo que é mais romântico falar pele telefone e depois quando se voltam a ver devem estar cheios de saudades, se calhar é uma forma da coisa resultar. Não compreendo, mas mais uma vez respeito, afinal quem sou eu para criticar alguém … 

A meu ver este sentimento de não gostar da solidão fisíca (já tenho um post sobre outro tipo de solidão), mostra-nos que gostamos daqueles que nos rodeiam, embora por vezes as coisas não corram sempre de feição quando estão juntos de nós, mas a meu ver faz parte da vida, nunca nada é perfeito.

Se a solidão for mesmo necessária, porque valores mais altos se levantam, há que encontrar formas de não ficarmos tristes uma delas é sair para a rua, acaba-se logo a solidão física e há-de sempre aparecer uma cara familiar … nem que seja do farmacêutico.

Setembro 12, 2008

Experiência Literária I

Arquivado em: Romance — Stanley @ 10:15 pm
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Sofia é uma rapariga, praticamente senhora, com os seus 36 anos verdade seja dita que ninguém lhe dá tal idade. Tem uma vida igual à de tantas outras pessoas é casada há 3 anos, ainda não tem filhos e trabalha numa Empresa portuguesa com uma dimensão elevada. Gostava de mudar, de montar a sua própria empresa, mas falta-lhe coragem e talvez dinheiro para arriscar. Nesta Empresa tem a função de secretária da Administração, o seu chefe é bastante profissional e simpático só quando o stress aumenta é que como é óbvio lá se vai uma parte da simpatia … gosta da sua função, porque é uma pessoa organizada e não acha que tenha perfil para um cargo de chefia, mas gostava de ir mais longe … talvez um dia consiga arriscar.

Na sua profissão é obrigatório ter boa apresentação, a Empresa onde trabalha é diferente, nesta todos os colaboradores têm que vestir bem, é uma das prerrogativas para se ser contratado, este pormenor também se deve ao facto de a Empresa ser representante de vestuário de alta costura, dedicando-se à importação de grandes marcas como a Chanel, Ralph Lauren, Armani, Prada, etc.. e posterior comercialização na sua cadeia de lojas em Portugal. O facto de ser obrigada a ter uma apresentação impecável, não representa qualquer sacrifico para Sofia já que o seu grande vício é memo as compras, não fuma, não bebe exageradamente , não rói as unhas, mas não resiste a ir às compras. O marido até nem desgosta de fazer compras, mas não tem muita paciência para andar a ver montras, por isso acaba muitas vezes por ir sozinha, o que até nem é mau porque assim consegue definir exactamente o que quer e o que gosta sem a influência de ninguém, e quando se engana pode sempre ir trocar. O marido da Sofia chama-se Martim, é proveniente de uma familia abastada, mas isso nada afectou a sua forma de estar na vida, o que realmente é importante para ele é a sua felicidade e a dos que o rodeiam, porque como ele diz – “Se eu não for feliz, como é que quem está comigo pode ser?”. A Sofia sente-se bem no seu casamento, como todos os casais têm as suas zangas, mas há alguma coisa perfeita nesta vida?.

Martim trabalha na Empresa da familia é Director Comercial, a opinião de Sofia é que o Martim também tinha vontade de mudar mas não quer desiludir a familia e lá se vai mantendo no cargo. Pode ser que um dia montem os dois uma Empresa, mas é um risco muito grande para o negócio e para o seu casamento. Será que iam aguentar estar 24 horas sempre juntos? Mas era um grande teste …

Nota de Autor: Vamos ver onde vai dar este romance … estejam atentos … vão visitando o blog …

Setembro 11, 2008

Ser Mãe II

Arquivado em: Assuntos Familiares — Stanley @ 10:36 pm
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Realmente não há nada melhor na vida que nos ser permitido ver o nosso filho a crescer e a evoluir. Nem se consegue descrever a felicidade que se sente. Claro que não aprendem tudo de um dia para o outro, mas com a nossa ajuda, persistência e com a sua capacidade de aprendizagem enorme, conseguem evoluir de uma forma estupenda.

Recentemente vivi uma experiência fantástica que mostra que não se deve desistir perante uma adversidade, aliás podemos desistir de muita coisa na vida mas nunca devemos devemos desistir dos nossos filhos, se desistirmos deles mesmo que já sejam grandes, podemos ter carreiras de grande sucesso, uma bela casa, um belo carro, muitos amigos mas vamos ser sempre uns falhados. Como estava a contar vivi uma experiência com o meu filho, em que ele não gostava de uma coisa e eu desisti durante uns tempos e mais recentemente voltei a tentar na 1ª vez não tive o sucesso total mas dei um pequeno avanço, da 2ª vez consegui atingir o meu objectivo que era que ele percebesse que o que estávamos a fazer era mesmo divertido. Este é só um pequeno exemplo, mas de certeza que ao longo da vida de uma pessoa deve ser possível aplicá-lo diversas vezes.

E é nos momentos em que eles gatinham, mais tarde andam, dizem Mamã / Papá e outras palavras, comem sozinhos sem fazer tanta porcaria, têm um desenho animado preferido a quem não achávamos grande piada e agora idolatramos (porque é o que nos permite tomar duche, por exp.) que nos sentimos verdadeiramente orgulhosos e é o que dá um real sentido à vida.

Como eu digo muitas vezes ninguém consegue ter a miníma ideia do que é um filho até o ter nos braços (quando já está na barriga também ainda não sabemos nada), e nada nos prepara por muito planeado que tenha sido, por vezes as pessoas formulam a ideia se querem ter um filho ou não, através do contacto e das experiências que têm com crianças próximas, mas é diferente, o nosso filho é o nosso filho.

Ao contrário do que ouvia dizer ainda não tive saudades de nenhuma fase que já passou, a que estou a viver em cada momento é a que tenho gostado mais, mas com certeza lá chegarei ao tempo de ter saudades … o truque é ir aproveitando tudo e eu tenho sido uma sortuda ainda não perdi nada. E neste campo tenho muito a agradecer a quem mo permite, vale mais que todos os presentes do mundo juntos.

Se me perguntassem em toda a minha vida qual foi a melhor decisão que já tomei? Eu diria sem a miníma sombra de dúvida - “Ser Mãe”

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